Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

domingo, 11 de março de 2018

O padre que nunca terá perdão

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Certo que na passada semana um agente me fez ver que existem agentes autoritários e com egos abusadores.
Contudo amo as forças e agiu em fé a achar que fez tudo em conformidade e sendo eu Pacem um cidadão exigente será um assunto que em respeito e paz buscarei compreensão, primeiro perante a própria força que compreensão tem mostrado e só se não for possível é que apresentarei queixa oficial no Ministério Público.
Fazendo exactamente isso na instituição católica foi procurar o padre, ainda vivo, que me batizou.
Tinha-me batizado a mim próprio de Philo Philos Pacem e então não poderia aceitar que um nome, a entidade que os meus pais me atribuiram podesse estar associada a uma instituição que faz mal uso das palavras, Deus, fé, amor, acreditar e esperança e ainda usa o meu nome para na estatística parecer uma instituição com imensos praticantes, algo logo errado e falacioso pois só presencio más práticas, logo cristão de nome e não praticante, não posso aceitar mas sou obrigado a tolerar, então pedi ao padre que me batizou para anular o erro que fez e riscar o meu nome.
Ele ficou indignado e chamou-me louco, mas visto que queria era saber se corrigia ou não o próprio erro e ele me disse que não podia, que quem o podia fazer era uma instância superior, o bispo do Porto.
Então saí a sorrir e deixei registado que a estatística da igreja é falaciosa e como quem comete o erro é quem o deve corrigir, aquela que é a instituição a usar os dois erros iniciais à mais tempo ainda tem desculpa, pois não foi nenhum ser no agora vivo o seu originário, mas este erro foi pedido a este padre em compreensão para ser corrigido ele não quis, nunca terá o meu perdão, pois como ninguém deve corrigir os erros dos outros, o bispo do Porto não é ninguém para corrigir um erro dele.
De lembrar que cada um é apenas responsável dos actos que comete, as regras ideológicas são humanas e ainda muito longe das naturais.

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