Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Determinado a ser o Senhor da Paz

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Sabendo que não existe livre arbítrio logo também não responsabilidade nem culpa, tentar explicar ou fazer entender que os actos são responsabilizáveis e cada um é obrigado a aceitar que de forma a vivermos em sociedade pelos menos actos que não perturbem o todo e que se o perturbam a ele como indivíduo ele terá que aceitar que a prática nunca poderá afectar o todo, e mesmo ele abusar e mostrar-se acima da moderação não será já nem tolerado nem permitido.
Contudo a prática moderada mostrando consciência aparentemente inofensiva, a forma como obtém a substância sendo ilícita, além dos riscos para o próprio indivíduo temos também riscos de saúde ou perturbação pública e tráfego ilegal de substâncias com outras más práticas associadas.
Neste momento até para a nicotina é necessário haver contrabando, mostrando que os interesses económicos manipulam e nem permitem criar nova indústria legal fora da vigente elite, continuando o cidadão a não ter direito de escolha pois para "prevenção" tudo é escolhido por ele.
Assim e apesar do esforço merecedor nesse sentido Philo Philos Pacem sente uma Pátria que ama mas ainda não lhe consegue mostrar ser merecedora do título de Consciêncializadora em vez de autoritária e proíbitiva.
Mas para exigir mais é preciso manifestar que se quer mais mas fazê-lo em Paz, em debate e com as necessidades garantidas, como os animais, mas humanos usam palavras e só força como último recurso.
E como atacar os problemas de raiz é complicado vou fazer como na lei, primeiro a ciência e os dados estatísticos e depois a legislação.
Ou seja primeiro a explicação do motivo e depois a lei.
Existe cidadãos que pensam que se age e anda à toa e farta-se de apontar o dedo a olhar os outros esquecendo-se de si e como ajudar a mudar a sua queixa, para não ter de andar sempre a queixar-se.
Mas além de ajudar a mudar a lei, também é dever do cidadão cumpri-la. Assim se o cidadão for cumpridor será mais fácil determinar a excepção ou mudança da lei ou atribuir um caso excepção.
Mas é o cidadão cumpridor? De que leis? São elas ensinadas na escola como princípios básicos de cidadania?
E deixar andar o cidadão nas leis naturais e depois na sua ignorância aproveitar para ganhar dinheiro não é meritório para o Estado, pois trata-se de técnica de vigário.
E nesta parte do sistema, todos os envolventes têm que ganhar dinheiro, mas o sistema podia estar menos carregado e com assuntos mais meritosos e não entupido de banalidades.
Da mesma forma que se aceitou o empréstimo e o juro, que deu dívida e lucro, acções apenas méritosas e baseadas na existência e palavra, que facilmente podem destabilizar quando há incumprimento ou morte. E até mesmo afectar um todo maior dependendo da quantia e empréstimo, colocando muitos com prejuízo desnecessário.
Então mude-se o conceito de trabalho e emprego para actividade e além de o cidadão ganhar por funções de mérito aceites na sociedade ganha também por outras actividades extra estando elas sempre com uma fórmula méritosa que tal como se acordou o empréstimo e o juro agora esta taxa de actividade permite dar logo as "Royalties" a toda a gente e em vez de cobrar o cidadão, este pela sua simples actividade (prática) deu a ganhar a toda a gente.
Assim mudemos o actual controle de manipulação por dinheiro e passemos a aceitar mais a realidade correcta e manipulemos as práticas estando obviamente as más, punidas e sem direito a mérito por actividade do cidadão.
E se na altura que surgiu apontaram imensos erros, esta exponenciação de um dos erros iniciais, ainda vinga e nada de soluções, apenas foi notório o seu já exagero e tenta-se o já chamado capitalismo moderado, mas não é solução é tentar não escalar mais o problema.
Quero ajudar e fazer parte da solução mas com os erros iniciais escalados fica mesmo complexo, olhem eu aqui a usar um aceite.
Terá sido esse o erro de Moisés? Deixou o livro!
Mas esse Cristo e Buda não cometeram!
Porque cometeu Osho e ainda por cima num proibido! E pior ele sabia que suas práticas podem originar morte física!
E evitar os erros dos mestres é impossível pois pelo menos uma vez tenho que cometer a asneira pois decidi ter a experiência.
No agora apenas os aceito e achei méritosas as suas recomendações porque experienciei.
E apenas posso ser Philo Philos Pacem, amigo dos amigos da Paz, pois não proíbo, aconselho e ajudo, logo  advertir é o meu ponto mais alto antes do silêncio.



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