Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O amor e o sexo, A criança e o adulto

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Neste artigo crio um parelelismo entre conceitos que estão sempre interligados e talvez tenhamos criado tantos tabus que possivelmente deturpamos tudo. Assim vou tentar ser claro, simples e brincalhão e peço-te para ao leres estas palavras uses as suas associações mentais apenas para seres levado ao encontro da emoção, deixemos a razão para a inteligência para o corpo, e deixa-te sentir ao encontro do espirito.

Amor, algo que muitos sentem ou sentiram, que ambicionam ter ou voltar a ter e que já muitos dizem que não existe, que leva ao sofrimento então, especialistas já recomendam a não amar, não vale a pena!

Sexo, algo que se sente, mero prazer. Faz-se, ambiciona-se. Pela satisfação momentanea e entra-se no ciclo vicioso do desejo.

Adulto, aquele que acha que já tem maturidade e consciência para tomar decisões próprias e cometer actos que se definaram dignos de adultos. Sabe que erra constantemente mas considera humano e repete os erros rotineiramente. Usa a mentira como ferramenta de trabalho. Vive algo ideológico e raramente está agora. Sente-se o sofrimento.

Criança, o inicio, a origem e imaculada consciência, a total inocência. Pode aceitar uma mentira como verdade, sentirá o engano quando descobrir. Não aceita bem a mentira, contudo pode ser educada para aceitar. Vive o seu mundo mas no momento, vive o agora. Sente-se o seu amor, a sua totalidade.

E agora vais perceber o porquê das definições, mas sente.

A criança é amor, a origem é amor então um adulto é também amor, mas fechou-o numa cela e tornou-se o sofrimento, tendo apenas prazer momentaneo. Tornou-se sexo.

Criança é amor, adulto é sexo :-)

Esta é a minha comparação brincadeira, para de uma forma gira te sugerir a sentires o teu amor, pois tu és amor, criança ou adulto. Não o procures fora, procura dentro de ti. E se pensas que não existe porque nunca sentiste então tens um problema emocicional, espero que seja meramente associativo e não fisico!

E finalizando em brincadeira então fazer amor está correcto quando deu origem a uma criança,  pois fez-se amor. Um amor que tenderá a ir morar a uma cela fechada, a solitária e esta é uma tentativa para que impeças isso de acontecer, para que sintas o corpo, o espirito e não quero de forma alguma que acredites, não uses a razão, não cries dúvida, sente, verifica que és amor.

E depois de amares cada bocadinho de ti conseguirás amando bocadinho a bocadinho cada outro e seus bocadinhos diferentes.

E conhecerás a verdadeira religião, a rebeldia do ser individual que és, sem crença, sem dogmas, um espirito rebelde cheio de amor para partilhar.

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