Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Farto dos insultos capitalistas

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Nestes últimos meses tenho andado a jogar jogos de estratégia no android. Não havia muitos à alguns largos meses atrás contudo têm aparecido alguns e agora a oferta esta boa, existe para todos os gostos, mais conceito ou mais real, mais acriançado ou mais adulto.
Mas neste artigo vou falar como até nos jogos se nota o capitalismo e a falta de cultura e de como me senti insultado por algumas empresas de jogos. A solução foi simples, desinstalei o jogo e nunca mais quererei saber daquelas empresas, ou seja mesmo que agora lancem alguma coisa nova e até bem feita, para mim morreram. É assim que se mata o capitalismo, não se compra, não se investe e com o tempo o que não interessa é anulado. Mas ficou provado que o mercado não regula, ou seja que se consegue manipular as pessoas a comprar o que não interessa, mas isso só acontece com pessoas adormecidas. Pessoas acordadas não apoiam lixo, nem dão dinheiro para coisas sem assunto.
Mas como notar o capitalismo num jogo? Como todos que jogam sabem, agora os jogos vêm com o cheat universal, ou seja o dinheiro, como sistema financeiro e de apoio ao jogo, permitindo evoluir mais rápido no jogo. Assim é feito um estudo de mercado e se interessa então faz-se, pois vai dar dinheiro.
Este método ataca a cultura e as origens, dou o exemplo de Portugal, país origem do Português, língua que alguns jogos já disponibilizam, mas feito o estudo quais são os elementos do português que interessam? Os brasileiros, e assim olhando a números e não a origens e cultura tenho visto alguns jogos a colocarem a bandeira brasileira e a portuguesa nem vê-la.
Desinstalei todos os jogos que o fizeram, pois enviem mail a todos e apenas tive resposta do auto-responder, que consideração.
Nem me dou ao trabalho de falar com o nosso representante estrangeiro, pois atentados à nossa língua e cultura, vi na altura do Euro bem pior.
Pois os Chineses foram capazes de fazer bandeiras nacionais com castelos chinocas e não vi um português a queimar uma bandeira que só era barata, pois não era nacional. Se fosse um americano, talvez tivéssemos assistido ao queima do lixo, somos portugueses comemos até lixo!
Estou farto destes brandos costumes, desta tolerância desnecessária e se têm orgulho das origens reclamem sempre que se sentirem insultados, sempre que a razão estiver do vosso lado, sempre que fizerem o correcto e forem chamados a atenção, medo de quê?! Para quê aceitar condicionamentos de merda, que não zelam pelo bem estar comum e individual.
Hoje foi o meu limite, recebi uma actualização num jogo, a típica imagem de natal, fica bem, e não vi a bandeira nacional, não recebi email de resposta depois de mais de uma semana, então a guerra é simples, jogo desinstalado e empresa apontada, pois nesta empresa não confio mais e nada mais instalo deles.
Mostraram-me como o capitalismo tem dado cabo de culturas menores, quem não tem dinheiro não tem poder, e quem é menor mesmo que tenha dinheiro este é sempre pouco para afirmar alguma coisa.
A luta é no agora, anulando no agora, rejeitando o que está mal, pouco importa falar muito nisso, a acção por si faz tudo. E eu amigos, não compro lixo americano, uso aquilo que me é permitido e não me fere, mas mesmo assim estou a ver que aos poucos vou ter mesmo de anular tudo que é americano, pois o pouquíssimo de bom que apresentam está a morrer com o capitalismo.
E eu não partilho o sonho egoísta americano, partilho algo que muitos afirmam utópico, pois tudo fazem para o ser, o meu sonho é a paz mundial.
Eu tenho paz interior, eu sou paz e sei que todos que conseguem conquistar essa liberdade não têm sonhos egoístas, pois para quem abraçou a existência o ego sente-se satisfeito vazio, preenchido de amor, como um copo com ar, pronto a cumprir quando for preciso, aguardando ser enchido no momento, dando satisfação no momento, fazendo com que se beba água sempre limpa, não deixando turbar a água, pois guardar água no copo para amanhã não interessa e andar o dia todo com o copo cheio não faz sentido.
Não aceites condicionamentos estúpidos, não abraces o capitalismo, pois quando deres fé que o poder que o dinheiro te dá é uma mera ilusão, a redenção pode não ser permitida, e na realidade os teus erros viverás com eles para sempre, porque o que está feito, foi feito e não existe andar para trás, não existe futuro, existe agora.
E agora foi a minha afirmação, o mostrar da minha indignação, e é incrível como um mero jogo para crianças pode mostrar um problema mundial.
Sê livre, acordado, mas só abraçando a existência saberás o que é realmente liberdade e enquanto aceitares os condicionamentos da forma que estão agora, apenas terás o teu ego ferido, apenas viverás ilusão e sofrerás as suas consequências.
Hoje fiz a minha parte, levar com empresas que não dão valor à cultura, que colocam o dinheiro acima de tudo, bem, eu tenho escolha, logo desinstalei o lixo.
Fiz a minha parte.

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