Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Amigo Sol

2 comentários




Tu que desces calmamente,

trazes calma a esta mente,

e de repente...

foste livremente!

Tua luz ausente,

tua energia presente,

e já não há mente,

há aquele que sente.



e vai-se perdendo a energia,

não tarda é preciso mais um dia,

e a noite também dá que sentir,

mas é triste ver, certo curtir,

o amanhecer, esta a vir,

nova energia vou sentir,

e facilmente ultrapassar,

um pequeno sofrer,

fruto de ver, o não saber!

E de volta a tua energia,

preenche-me de alegria.

Sem ti não existia,

sem te sentir morreria.

mas existe algo em falta,

que não depende de ti, nem da malta,

e só a tua energia não é suficiente,

para consolar esta mente,

acabo por me contentar,

tento não a sentir ausente,

claro que me estou a enganar,

pois dificilmente estará presente,

aquela que quero amar.



Philo Philos Pachem

Até por acaso.


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2 comentários :

  1. Que poema mais gracioso e leve! E o Sol apesar de belo deixará espaços para apenas a LUA iluminar a tua amada.
    Adoro poesias, principalmente aquelas que falam das coisas belas, como amor, felicidade, amizade, VIDA...
    Parabéns

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