Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Libertem francesa que matou os putos!!!!

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Atenção, se a morte ou matar lhe mete medo recomendo que pare de ler este artigo. O assunto é muito delicado e no fundo vou defender a mulher que já chocou muitos e que muitos já julgaram.

Mas para entenderem onde quero chegar tenho que começar por falar na definição de vida humana. A ciencia por conveniencia define que o feto só é humano após algumas semanas da fecundação e o aborto é permitido até aí! Para mim, tretas! E soluções para depois disso? Não há! Seria matar um ser vivo!! Para mim a vida começa logo depois da fecundação e a palavra aborto é o mesmo que dizer morte consentida, mas a malta tem medo da morte por isso tanto pormenor e tecnicismo. Na pratica é sempre matar.

Deixando de lado a hipotese que a decisão foi tarde demais vou formular ainda outra hipotese. Imagine-se que existe má formação no feto e com os metodos que temos existe 85% de hipotese do feto nascer defeituoso, o aborto é permitido, mas porque tenho eu de confiar? Porque não posso eu verificar no final e se realmente se verifica anormalias então morte consentida pelos pais.

O mesmo será válido para a hipotese anterior dando ainda mais opções, pois deixa-se nascer e os pais decidem no fim, permitindo a morte concentida , a adopção ou mudarem de ideias e ficarem com. A escolha deve ser do casal.

Legalmente a criança só devia de ganhar os direitos depois de registada no sistema antes disso os direitos do casal primeiro, assim seria morta á nascença ou registada para os pais criadores ou adoptivos.

Não vejo problemas legais nenhuns assim, apenas mais opções ao cidadão aumentando a sua liberdade.

Sei que o acto de matar faz confusão, sei que parece tribalesco, eu considero normal da forma como coloquei.

Vou expor mais um caso, imagine-se que existia a hipotese de má formação, o casal decide não abortar, o puto nasce com um pequeno defeito no coração. Os médicos têm a perfeita consciência que o puto não vai durar muito mas não conseguem determinar o tempo. E como não o podem matar mesmo com o concentimento dos pais, fazem como na maioria das religiões! Fazem os pais acreditar numa hipotese! E a hipotese de um transplante aparece e cria a esperança!

Duas palavras para enganar a mente! Acreditar e esperança! Palavras de crentes que vivem de hipoteses!

Mas o transplante não acontece e o puto morre pouco antes de ir para a escola.

Agora pergunto, qual sofrimento é maior?

O de o matar logo ou o de o ver morrer com 5 anos de partilha emocional?

Sei que é relativo, por isso deve haver escolha, posso aceitar a partilha sabendo que é de pouca dura como posso terminar logo com o assunto.

Mas ainda se consegue ver um problema!

Imagine-se, um casal naturalista, não existem metodos contraceptivos, nem preservativo nem pilula. Passavam a usar esta opção como metodo contraceptivo!! E depois? O aborto também pode ser! Tinham opções, porque não se confia na consciência humana?

E agora já devem ser capazes de entender melhor porque não se devia julgar a francesa que matou uns poucos de putos que não entraram no sistema. Sei que o primeiro e o segundo devem ter custado, depois foi uma festa, atingiu uma certa normalidade e começou a ser banal!

Não bastou o sofrimento de mãe pelo menos dos primeiros? Será que não sofreu com todos? Aprendeu a aceitar!

Quem somos nós para julgar?

Qual a dificuldade de aceitar?

Deixem a mulher viver livre que não fez mal a ninguém "registado" no sistema.



Origem deste artigo:



libertem francesa que matou os putos!!!



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