Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A mudança

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Este blog foi criado na primavera, mas essa flor já morreu.

Agora este blog renasceu.

Porquê o castanho?

Simboliza o outono, o início da mudança, e é disso que estou à espera, da mudança de consciência, de mentalidade.


A anémona-do-Japão é uma flor que nasce no outono, enquanto muitas morrem.

São duas porque são dois renasceres, um no outono outro no inverno.

A água é vida, e eu sou paz.




O inverno está representado com o céu, um céu de inverno que fotografei.


E assim renasce um blog, que tinha castanho, mas não tinha significado, que nasceu em março, na primavera, e foi no acentar de idéias do inverno, que este blog ganhou significado. O philo despertou outra vez mas desta vez mais consciente, tanto dos erros que anda a cometer como dos que anda a mostrar.

As datas do blog não estão bem e quando resolver alterar isso, tanto em artigos já publicados como em artigos por publicar, as datas podem influenciar os feeds. Por isso recomendo a inscrição no grupo philoskan, pois aí independentemente da data o amigo leitor será notificado. Claro que pode não se inscrever e ir lendo os artigos, que ficarão perdidos, por acaso.


Fica também aqui a nota que se um artigo tem palavras entre (app), significa que existe um artigo para publicar mas ainda não foi publicado.



08-09-2010 Mudança Novamente






 Este era o modelo, que falava em cima, mas agora já mudei para laranja, energia positiva, onde cada bola representa um acaso isolado.

 Este modelo actual foi pouco mexido, apenas tirei a barra de blogger, mantive o rodapé com o autor original e estou a simplificar e criar ligações entre os artigos de forma a tornar o blog ainda mais navegável. Não foi bem no autono, mas foi quase que o blog, teve outro renascer.









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Saudações joviais para todos os amigos leitores.



Até por acaso,



Philo Philos Pachem

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