Um doidivanas mostra o seu saber por intermédio das palavras e um pouco da imagem. Poemas, opiniões, revisões. Uma mistura de sociedade e tecnologia. Com temáticas conforme me vou lembrando de escrever.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Uma visita socrástica para relembrar

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Vim á Biblioteca Municipal do Porto, e notei bastantes diferenças. As melhorias notam-se, já tenho melhor acesso a um computador para procurar um livro, tenho uma sala de leitura directa, com alguns livros e quatro computadores.
A utilização da maquina implica cartão de utente que por sua vez, requer a BI e um comprovativo de morada, mas o senhor que me atendeu foi simpático, ficou-se só com o BI, como antigamente quanto ia ler um livro para a sala de leitura, numero de BI e assinatura, pois a assinatura ele não pediu, podia ser uma outra pessoa com o meu BI :) confiou, nem sei se olhou bem para a fotografia, sei é que não estaria a escrever estas palavras agora se não fosse ele, teria de as escrever mais tarde.
Mas num espaço tão belo, noto uma preocupação tão grande em preservá-lo, que as janelas já não tem apoio normal, pois no apoio foi acrescentado ferro ou arrame, enfim algo que não permita ás pombas pousarem ali, logo não cagarem ali, logo não danificarem o precioso edificio humano que é a BMMP.
As pessoas esquecem-se que o problema das pombas são as pessoas, a compaixão, a pena do animal que talvez não tenha capacidade para se alimentar sozinho, isto pensam muitos e dão-lhes de comer, alimentando a sua procriação descontrolada.
E lamento que a culpa de tais espetos nas janelas seja nossa, e fico a pensar o que pensaria o arquitecto da altura quanto a esta resolução prática, mas feia.
O acesso á internet aos tempos que correm deixou-me muito a desejar, pois é lento e os monitores já estão fora do padrão, o acesso é justo, uma hora por utente.

E triste saio, de um lugar que já passei muito tempo a ler, e onde hoje me foi permitido escrever.

Lenta ou não a maquina cumpriu a função logo foi perfeito.
A burocracia existe, mas foi ultrapassada com simpatia.

E constacto que não tenho razão para tristeza, só se pensar nas pombas.

Philos

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